sábado, 4 de dezembro de 2010

A importância da Convenção Coletiva de Trabalho

A CCT – Convenção Coletiva de Trabalho é vital e fundamental nas relações entre patrões e empregados.

Ao fixar as regras e normas especiais de comportamento de determinada atividade empresarial, torna-se imperioso que as partes envolvidas tomem conhecimento das mesmas, pois através delas é que estarão definidos e norteados os direitos e obrigações.

Assim, ao não se interessar pelas decisões exaradas na CCT, permanecerão interpretações nebulosas, que poderão levar ao desentendimento ou a erros financeiros, prejudicando tanto às empresas quanto a seus funcionários.

As entidades sindicais fazem a sua parte: analisam, discutem e dão direcionamento específico para cada situação ou direção, objetivando sempre a harmonia, o crescimento e a satisfação dos envolvidos, restando aguardar que melhores explicações possam ser fornecidas, a fim de elucidar as possíveis dúvidas.

Procurando agir com o máximo de seriedade e responsabilidade, o SINCOMÉRCIO e o SINCOMERCIÁRIOS de toda a Região do Alto Tietê, tem conseguido alcançar muitas soluções ao contornar situações que visam extinguir qualquer possibilidade de conflito entre capital e trabalho.

O correto é o comerciante buscar todas as informações necessárias a fim de não provocar distorções em suas decisões, não prejudicando seus comandados. Nesse momento as orientações dos contadores são fundamentais para aumentar seus conhecimentos específicos sobre a CCT.

Nesses últimos anos, além dos serviços propostos pelas entidades sindicais do comércio (patrões e empregados), muitas conquistas foram adquiridas para harmonia da atividade comercial: REPIS (Regime Especial de Piso Salarial – para micros e pequenas empresas); condições sustentáveis para a abertura do comércio em datas especiais; horas extras com acréscimo justo; pisos salariais conforme a função do empregado; etc.; etc.

Como toda entidade representativa de uma atividade econômica ou profissional, ficamos, por natureza, em estado passivo com relação aos nossos contribuintes, colocando-nos de forma muito ativa, sempre que formos provocados a tomar uma atitude ou ação, para sermos úteis aos nossos representados.

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